segunda-feira, 13 de setembro de 2010

1 um one uno anoyearaño depoisdespuéslater



''Escola de Meninas'' Danilo Dilettoso e Rita Tatiana Cavassana




Um ano depois... 1 ano depois... one year later...uno año depués.


Acordei de um sono profundo
, de um desânimo, preciso cuidar do tempo pois, cada minuto é um pouco menos de vida.
Preciso tirar a poeria antes que me confundam mesmo com um fantasma.






segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Rezo para que os rebeldes nunca morram..

Quem sou eu? De onde venho? Eu sou Antonin Artaud e basta eu dizer isso do jeito que sei dizer isso que imediatamente vocês verão meu corpo voar em pedaços e se juntar novo em dez mil aspectos notórios um corpo novo no qual vocês nunca mais me esquecerão.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Me pergunto: O que faço aqui que movo e nada acontece.

Começar.. terminar
Começar não terminar
Deixar pela metade...
Desistir... começar
insistir... terminar
Fazer... Ação...
Transformar em ação, praticar a vida e fazer o que você pensa ser arte.
A final esta definiçnão talvez não exista e se existe teremos que ter muitos olhares cuidadosos sobre este assunto...
Resistir e Surpriender...existe saída?
Me pergunto até quando o monopolio de algumas ações estarão em mão de uma tradição morta e perdida.
Vanguarda... novidades... não tem espaço para novas criações e grandes descobertas cênicas..
O sublime e as cadastrofes, estão competindo com a obra ao vivo, o Big brother. Em tempo real estão as alterações da bolsa de valores...
Cadê a arte armada que não recebe os novos soldados, formaram uma guerrilha para uma doutrina que já esta morta.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Me fizeram de Pedra
quando queria
Ser feita de Amor.

H.Hiltst

domingo, 11 de janeiro de 2009

Aconteceu!

Sim!!

Alguma coisa sempre acontece nesta cidade que corre e não te espera. Sai na terça de amanha do ensaio na paulista, peguei o ônibus para casa, aquele trânsito de final de ano. Quando o ônibus esta para virar da paulista com a consolação, vejo o congestionado gigante!! Eu de pé do lado de uma senhora sentada em uma cadeira reservada. Falo: ''nossa que trânsito vai demorar.''

Ela responde: ''sim''. E começa a falar... falar sem parar, sobre sua vida, de como vê as coisas na cidade. A santa casa cheia de gente bêbada e drogada de vagabundos, perdedores que ocupam o espaço de gente que precisa. De uma sobrinho que tinha se entregado as drogas e que ela queria vê-lo morto, do marido que fumava muito e isso era uma perturbação, ele não fazia nada ... de como a cidade esta infesta de bichas e de marginais... ela murmurava uma reza amarga.

Não entendi muito do que ela dizia, fiquei pensando...'' Ela não deve ter amado estas pessoas ou ela não foi amada. Que esta cidade fez para ela? Como ela pode deixar a vida ficar assim tão amarga. ''

Culpo a cidade? Não sei.. Não agüentei e disse... ''Talvez falte um pouco de amor''... Ela me respondeu eloqüente.. '' Amor!!!! safadeza você quer dizer ... você é muito prepotente mocinha, amor! coitadinha!!''

Eu não acreditava no que eu estava ouvindo, eu prepotente por acreditar no amor!!!!!

Sim, coloco a culpa na cidade!! O que esta cidade vez com ela. O que acontece com as pessoas que aqui não se permitem tocar e não podem olhar no olho do outro.

Aconteceu! descobri que sou prepotente porque acredito no amor. Minutos depois passo a roleta, me sento no final do ônibus, tenho vontade chorar, sinal de mensagem ''O dia ainda não acabou. Algo de importante acontecera! Quero saber o que foi por mail. Bjs''. Era Tuca de recife. E eu sentada no trânsito de uma das maiores cidade da America latina que não sabe amar.


Dezembro de 2008.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

o que lembra o amarelo.. responda nos comentarios...


o que é o amarelo? novos processos e memorias.
participe !

domingo, 2 de novembro de 2008

quem pode dizer o que é importante, quando você já não pode mais...

'' Aquilo que acho bonito e importante e valioso, eu quero deixar intocado no primeiro momento, porque eu acho tão importante''(...)'' Eu penso que se deve aprender alguma coisa primeiro e talvez então se possa dançar de novo''

Pina Bausch e Raimund Hoghe.